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Altera a Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008 – O estágio poderá ser prorrogado após a formatura do estagiário, se para o exercício da profissão, os estagiários dependerem de aprovação em exame.

 

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Paulo Abi-Ackel condena situação precária do sistema de saúde brasileiro

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Para tucanos, governo não pode desamparar haitianos que entram no Brasil

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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara

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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel

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Líderes definem pauta de votação das próximas semanas

Líderes definem pauta de votação das próximas semanas

Brasília, 29 de novembro – Durante reunião de líderes nesta terça-feira (29), o líder da Minoria na Câmara dos Deputados, Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), conseguiu apoio dos parlamentares presentes para colocar na pauta do plenário a PEC 003/2007, que permite férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau.
Outra PEC incluída na pauta de prioridades que conta com o apoio de Abi-Ackel é 544/02 que cria o Tribunal Regional Federal da 7ª Região, com sede em Belo Horizonte, Minas Gerais, além dos tribunais da 6ª, 8ª e 9ª regiões em outros estados brasileiros.

Na ocasião, a oposição também conseguiu pautar outros assuntos como a PEC da Música (98/2007), aprovada hoje em primeiro turno. Como sugestões foram apresentadas: a PEC da Defensoria Pública (445/2009), a PEC 349/01 (que visa abolir o voto secreto no Poder Legislativo), o PL 1277/2007 (tramitação prioritária aos processos por crimes comuns que estejam respondendo autoridades públicas – “foro privilegiado” de autoria do ex-deputado Antonio Carlos Pannunzio – PSDB/SP) e o PL 1472/07 (transparência dos tributos nas notas legais).

Paulo Abi-Ackel reforçou os pedidos feitos pelos líderes do Democratas, deputado ACM Neto, e do PSDB, Duarte Nogueira, alertando que o Legislativo precisa defender uma agenda de interesse da sociedade e não exclusivamente do governo. Os líderes definiram ainda que na próxima quarta (7) será realizada uma Comissão Geral para debater o PL 1992/07 que cria a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp).

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 29 de novembro de 2011
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Oposição cobra votação dos royalties do pré-sal na Câmara

O líder da Minoria na Câmara Federal, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), defende a votação, ainda este ano, do projeto que propõe a distribuição mais justa dos lucros do petróleo para todos os estados produtores e não produtores. O novo texto foi aprovado no Senado em outubro, mas até hoje não entrou na agenda para apreciação em plenário da Câmara dos Deputados.

De acordo com Paulo Abi-Ackel, a demora inquieta os prefeitos de centenas de municípios brasileiros, que anseiam incluir nos orçamentos para o próximo ano as possíveis receitas do pré-sal. Para o líder, é fundamental que o projeto, de grande interesse nacional, tramite no Congresso com base nos acordos celebrados entre as lideranças dos partidos, que estão em permanente contato com as populações dos estados que representam. “O que se espera é que os lucros do pré-sal contribuam para o desenvolvimento do país, independentemente da partilha que venha a ser definida pelo Congresso Nacional. O importante é que todos ganhem e ninguém se sinta logrado”, defendeu.

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) prepara uma manifestação para esta quarta-feira, 30, em Brasília, com o objetivo de pressionar o cumprimento dos acordos firmados entre as lideranças, para a votação imediata do projeto de redistribuição dos royalties na Câmara dos Deputados. Mais informações pelo site www.cnm.org.br/manifestacao/

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 28 de novembro de 2011
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Na Mídia: Só na base aliada há consenso sobre financiamento público

Matéria publicada pelo jornal O Tempo, em 25 de setembro de 2011

A base aliada da presidente Dilma Rousseff ainda está longe de um consenso sobre as diretrizes da proposta de reforma política a ser encaminhada ao Congresso no mês que vem. A respeito de um ponto específico, os partidos que apoiam o Planalto estão praticamente certos: as campanhas eleitorais devem ser pagas com dinheiro do orçamento da União.

Mesmo assim, o financiamento público é um assunto polêmico e não terá tramitação fácil. Senadores pretendem fazer com que o texto, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 24 de agosto, retorne ao plenário. Na Câmara dos Deputados, o projeto também deve enfrentar resistência.

A tese é encarada com duas leituras opostas. Para os defensores, o financiamento estritamente público resultaria na redução da corrupção e, para quem é contrário, ele permitiria o aumento do uso de caixa dois nas campanhas.

Com a proposta, o que se busca é proibir as doações de pessoas físicas e empresas. Assim, na avaliação dos defensores da tese, seria menor o risco de “contaminação” na relação entre os doadores e eleitos, como ocorre hoje.

“O financiamento público vai trazer mais transparência e mais segurança para a gestão pública e mais estabilidade e independência para o governo”, defendeu o deputado Henrique Fontana (PT), na última quarta-feira, ao deixar o encontro com lideranças aliadas. O petista é o relator da matéria na Câmara.

Divisão. Em linhas gerais, o tema divide a base e a oposição em Brasília. O PT é o principal defensor da mudança e vem conseguindo, com o patrocínio do ex-presidente Lula, que outras siglas aliadas, como PMDB, PDT, PCdoB e PSB, fechem questão pelo repasse público.

Já o deputado federal mineiro Paulo Abi-Ackel (PSDB) afirma que não há opinião fechada nem mesmo na oposição. Até por conta disso, ele não acredita em aprovação sem sobressaltos. “Nós vamos encaminhar a votação contra esse tipo de financiamento. Ele só colabora com quem já tem recurso pessoal”, diz.

O diretor da ONG Transparência Brasil, Cláudio Abramo, também vê com suspeita os supostos benefícios do financiamento público. Para ele, a participação das empresas no processo eleitoral seria impossível de se suprimir e, com a proibição dos repasses privados, a prática de caixa dois seria impulsionada. “Não há como eliminar o interesse de candidatos eleitos e o interesse de empresas em influenciar as eleições”, ressalta.

Tramitação
Senado. A votação na CCJ do projeto 268/11, de autoria de um grupo de senadores, foi confusa. Houve questionamento sobre o resultado e, após consulta das notas taquigráficas, verificou-se aprovação por 10 votos a 9.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 25 de setembro de 2011
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Na Mídia: Agenda positiva deixa votações tranquilas na Câmara

Brasília, 19 de setembro de 2011 – Nos próximos 45 dias a Câmara dos Deputados deve ter pautas tranquilas e com boa visibilidade para os deputados, a chamada agenda positiva. A exceção deve ficar por conta da votação do veto da partilha dos royalties do petróleo, que está agendado para o dia 5 de outubro em sessão do Congresso Nacional. A inclusão de pautas positivas na agenda de votação faz parte de um acordo de líderes, que possibilitou a limpeza da pauta da casa, com a análise das Medidas Provisórias enviadas pelo Executivo e que trancavam as votações. Sem as MPs, os deputados poderão votar projetos de interesse dos parlamentares e que têm reflexos positivos com a sociedade, como o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) do trabalho escravo, a PEC da música, a PEC do vale-cultura e a regulamentação do aviso prévio proporcional.

Travar as MPs sempre foi moeda da oposição para fazer pressão no governo e motivo de muitas reclamações. Até mesmo entre os governistas há queixas sobre o excesso de Medidas Provisórias que muitas vezes deixam pouco tempo para projetos das bancadas e propostas individuais dos parlamentares. Ao estilo “dar com uma mão e receber com a outra”, no acordo os deputados votam as MPs, que fazem parte da agenda do Executivo, e que o presidente da Câmara coloca na pauta de votação os projetos “lights” e com forte teor social.

Na semana passada, o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT/RS), comemorou a votação de quatro MPs em uma mesma semana e disse que isso foi possível graças à criação da agenda de votação para os próximos 45 dias. “Firmamos um acordo de ter uma agenda positiva para o País durante esses próximos 45 dias aqui na Câmara”, explicou. O acordo, afirmou Maia é importante para o andamento da Casa. “Ela [a Câmara] pode andar sem acordo, mas é melhor quando ela anda com acordo, porque a votação acontece de forma mais rápida”.

Na semana passada os deputados aprovaram a MP que prorroga os contratos do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), a MP que reajusta o valor da bolsa de médicos residentes, a que concede crédito de R$ 500 milhões para custear ações de defesa civil no Norte e Nordeste, e a que cria a Bolsa Verde.

De acordo com o deputado Paulo Teixeira (PT/SP), líder do PT na Câmara, a criação de um calendário que possibilite a votação da “agenda do Legislativo” é uma reivindicação antiga dos deputados e que finalmente é algo que está sendo feito pela presidência. “É importante para que o Legislativo também faça a sua agenda”, afirmou Teixeira.

Segundo o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), líder da minoria na Câmara, o acordo vai impedir que o Legislativo só vote MPs e a agenda do governo. “O presidente resolveu atender a oposição e passou a fazer uma agenda de interesse da sociedade”, explicou. Com a negociação, acelerar as análises das Medidas provisórias tornou-se um atrativo para conseguir levar ao Plenário os projetos “positivos”. A paz na pauta de votação, porém, deve acabar em novembro, quando a Câmara deve começar as discussões para votação da reforma política.

Segundo a liderança do PSDB na Câmara, qualquer acordo, no entanto, está condicionado à votação da PEC 29, que determina investimentos maiores em saúde, no dia 21 de setembro. A votação estava agendada para o dia 28 de setembro, mas após pedido da oposição a análise da matéria foi antecipado em uma semana. A PEC deve passar sem muitos problemas. Na Câmara a base aliada mudou o discurso e agora afirma que não vê espaço para a criação de um novo imposto para financiar os investimentos. Apesar de a presidente Dilma Rousseff afirmar que será preciso determinar uma nova fonte de recurso para esses investimentos, a questão deve sobrar mesmo para o Senado. Deputados da base afirmaram que a análise do texto independe de uma nova fonte de recursos e que a questão pode ser analisada pelo Senado, que é “muito capaz” para avaliar o assunto.

Fonte: Lais Lis / Agência Leia

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 19 de setembro de 2011
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