Jornal Estado de Minas
06 de dezembro de 2011


Na Mídia: Paulo Abi-Ackel condena situação precária do sistema de saúde brasileiro http://t.co/GgXx8AYq
Paulo Abi-Ackel alertou em 2010 falta de planejamento na distribuição dos recursos para catástrofes http://t.co/H4qv2y72
@celecarba obrigado! Li, porém discordo. Oposição cumpre bem o seu papel. Leia artigo da VEJA de 24/12 páginas 214/15 sobre o assunto. Abs.
Acrescenta à Lei nº 5.478 de 25 de Julho de 1968, que regulamenta a ação de alimentos, o art. 24-A para dispor sobre a inclusão, em Serviços de Proteção ao Crédito, daquele que deixar, sem justo motivo, de pagar a pensão alimentícia judicialmente fixada.
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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara
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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel
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Balanço – Abi-Ackel afirma que primeiro ano da gestão Dilma foi marcado por escândalos
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Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista
Na tarde desta terça-feira (12/07), o líder da Minoria na Câmara dos Deputados, deputado federal Paulo Abi-Ackel (PSB-MG), recebeu o diretor-geral da UNAFE, Luis Carlos Palacios, para tratar de assuntos de interesse da Advocacia Pública. Paulo Abi-Ackel, que também faz parte da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Advocacia Pública, afirmou que está à disposição da UNAFE para atuar em prol da carreira. “Eu abraçarei todas as questões, vocês vão encontrar aqui na Liderança da Minoria espaço para defender sistematicamente os advogados públicos federais”, ressaltou Abi-Ackel.
A Liderança da Minoria é um grupo formado por parlamentares que fazem parte da oposição. Integram a Liderança deputados como Nelson Marchezan Júnior (PSDB/RS), Felipe Maia (DEM-RN) e Rui Palmeira (PSDB/AL).
Sobre o III Pacto Republicano, o diretor-geral da UNAFE esclareceu ao deputado a necessidade de inclusão da Advocacia Pública, destacando que a União hoje é uma das maiores litigantes do País. “Chama a atenção, considerando que a União é uma das maiores litigantes, não incluírem a Advocacia Pública nas discussões do III Pacto”, disse.
O deputado federal concordou com o diretor-geral da UNAFE e enfatizou que a inclusão da Advocacia Pública seria uma forma de “gerar uma redução no contencioso”. Paulo Abi-Ackel também se comprometeu a levar nas próximas reuniões sobre o Pacto na Casa a necessidade de inserir os advogados públicos, já que o deputado também integra a comissão formada na Câmara pra discutir o III Pacto Republicano.
Fonte: Unafe
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(Foto: Agência Edison Castêncio)
Em reunião com desembargadores e conselheiros de diversos tribunais de contas estaduais nesta terça-feira (12), o líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), reafirmou seu apoio à PEC 457/2005 que aumenta de 70 para 75 anos a idade para aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal, dos demais Tribunais Superiores e do Tribunal de Contas da União.
Para Abi-Ackel, a presença de profissionais extremamente competentes e aptos ao exercício regular de suas profissões justificam a aprovação da PEC. “A expectativa de vida da população brasileira aumentou. Com a aprovação da PEC, o serviço público poderá continuar contando com profissionais experientes e especializados por mais tempo, além de representar uma economia ao Tesouro, em especial, para a Previdência Social nesse cinco anos a mais, de 18 bilhões de reais”, argumentou.
Participaram da reunião, o presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (ATRICON), Salomão Ribas, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Tocantins, Severiano Costandrade, o Conselheiro do Tribunal de Contas de Alagoas, Isnaldo Bulhões, o conselheiro do Tribunal de Contas do Mato Grosso do Sul, Waldir Neves, o desembargador Jurandir de Sousa Oliveira do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o conselheiro do Tribunal de contas do Estado de Sergipe, Carlos Pina, e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Yêdo Flamarion Lobão.
A Proposta de Emenda à Constituição PEC 457/2005 eleva para 75 (setenta e cinco) anos a aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal, dos demais Tribunais Superiores e do Tribunal de Contas da União. Na atual legislação, a idade é 70 anos.
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Juiz Marcelo Bergman do TRT da 4ª Região, desembargador e presidente do TRT da 20ª Região, Jorge Antônio Andrade Cardoso, desembargadora e vice-presidente do TRT da 4ª Região, Maria helena Mallmann, deputado Paulo Abi Ackel, desembargadora e presidente do TRT da 19ª Região, Vanda Maria Ferreira Lustosa, juiz do Trabalho Luiz Antonio Colussi e o desembargador e presidente do TRT da 21ª Região, Ronaldo Medeiros de Souza.
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