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Paulo Abi-Ackel condena situação precária do sistema de saúde brasileiro

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Para tucanos, governo não pode desamparar haitianos que entram no Brasil

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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara

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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel

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Posts com a Tag ‘royalties’

Na Mídia: Abi-Ackel defende royalties do petróleo para a região

Após aprovado no Senado Federal na semana passada, o relatório do senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) ao PLS 448/11, que trata da divisão dos royalties e participação especial aos entes da federação deverá ser objeto de muito debate na Câmara dos Deputados próxima semana.

O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), único parlamentar da oposição que integra a comissão destinada a elaborar o relatório, vai trabalhar para a rápida aprovação da matéria que é de enorme interesse para o país.

“A principal vitória da comissão foi conseguir que o governo abra mão de parte substancial de sua receita que será, portanto, distribuída a todos os estados e municípios do Brasil, através dos fundos de participação. Haverá, contudo, o condicionamento para investimento em áreas específicas como educação, infraestrutura, saúde, erradicação da miséria, cultura entre outros”, disse.
Paulo Abi-Ackel acredita que o relatório será objeto de muita discussão na Câmara dos Deputados, mas aposta na construção de entendimento. “O relatório do qual participamos trata do interesse de todos os municípios. É com essa proposta que vamos garantir que recursos cheguem a cada cidade. Manhuaçu e os municípios da região serão beneficiados, afinal o petróleo é uma riqueza da Nação e não apenas dos estados que fazem limite com as áreas produtoras”, afirmou.

O parlamentar Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que integra a comissão, disse que a proposta de redução maior na participação especial recebida pela União já não encontra tanta resistência no Executivo. “Na reunião de terça-feira (11) percebemos que havia uma sinalização do governo em abrir mão [nos percentuais recebidos], talvez não no percentual desejado [por eles]”, relatou o deputado. Otimista, ele acredita na possibilidade de um acordo entre o governo e estados produtores e não produtores que evite que o presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), coloque o veto do ex-presidente Lula à chamada Emenda Ibsen Pinheiro em votação.

A emenda Ibsen prevê a distribuição igualitária dos royalties entre todos os estados e municípios com base nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). “Acho que o Rio de Janeiro e o Espírito Santo não estão perdendo tanto [com a nova proposta] a ponto de colocá-los em confronto com a Federação”, destacou Abi-Ackel.

Fonte: Portal Caparaó

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 23 de outubro de 2011
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Líderes decidem na próxima semana votação dos royalties na Câmara

Após debate intenso, que durou duas semanas no Congresso Nacional, sobre a divisão dos lucros do Pré-sal entre estados produtores e não produtores de petróleo, o parecer construído pela comissão especial mista foi aprovado nesta quarta-feira (19) no Senado Federal. O texto segue agora para votação na Câmara dos Deputados e só deve entrar na pauta do plenário quando houver acordo entre líderes.

A pedido do presidente da Câmara, Marco Maia, o presidente do Senado, José Sarney, concordou em adiar a votação do veto presidencial à nova regra sobre a divisão dos royalties e da participação especial pela exploração de petróleo e gás natural, prevista para a próxima quarta-feira (26), pelo Congresso Nacional.

O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel, entende ser possível a votação em plenário no mês de novembro, mas disse que ainda tem que esperar o resultado da reunião de lideres da próxima terça-feira (25), quando será discutida a matéria e definidos os procedimentos.

Segundo o deputado Paulo Abi-Ackel, único membro da oposição na comissão, o acordo construído no Senado, foi fundamental para o avanço do entendimento que pretende beneficiar todos os estados e municípios. “A principal vitória da comissão foi conseguir que o governo abra mão de parte substancial de sua receita que será, portanto, distribuída a todos os estados e municípios do Brasil, por meio dos fundos de participação”, afirmou.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 21 de outubro de 2011
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Na Mídia: Dilma vai orientar base para negociações relativas à distribuição dos royalties do petróleo na Câmara

Matéria Publicada em 20 de outubro de 2011.

A condução das negociações, na Câmara dos Deputados, para a votação do projeto de lei que trata da redistribuição dos royalties de petróleo será balizada pela reunião de coordenação política do governo, que ocorre na próxima segunda-feira (24). Nessa reunião, a presidenta Dilma Rousseff orienta seus líderes do governo, na Câmara e no Senado, de como conduzir, com a base aliada, os assuntos de interesse do Executivo.

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse à Agência Brasil que seguirá “a orientação do Executivo” nas negociações que serão realizadas a partir de agora. Por outro lado, a assessoria do presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), informou que ele se reunirá logo mais às 16h com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para tratar dos próximos passos para o cumprimento do prazo estabelecido entre os presidentes das duas Casas e os líderes partidários. O acordo é votar a matéria até quarta-feira da próxima semana (26).

Segundo Vaccarezza, o fato é que a União não abrirá mão além daquilo que já acordou com os senadores durante as negociações conduzidas pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e de Minas e Energia, Edison Lobão.

Paralelamente, Sarney disse hoje que convocará uma sessão do Congresso Nacional, no dia 26, para votar a Emenda Ibsen caso a Câmara não aprove a matéria até a data acordada. A emenda prevê a divisão dos royalties de forma igualitária entre estados e municípios tomando por base os fundos de participação repassados a cada um.

O relator da matéria no Senado, Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que proporá a Sarney que prorrogue essa data por 15 ou 20 dias. Entretanto, ele julga longo demais o prazo de 30 dias que tem sido sugerido pelo líder do governo na Câmara. Ao mesmo tempo, Vital do Rêgo pretende conversar com o presidente da Câmara, Marco Maia, para que ele estabeleça esse prazo a fim de que o projeto de lei não “fique eternamente” na Casa. O relator disse ainda que qualquer mudança promovida pela Câmara no texto aprovado pelos senadores “será para pior”.

Para o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), ao dar essa declaração na manhã desta quinta-feira, Sarney mandou um “recado aos deputados” para manterem o texto aprovado na noite de ontem (19), pelo Senado. Ferraço teme que, na Câmara, com os debates mais acirrados, os deputados “tentem ressuscitar” o Artigo 500, que alterava os limites marítimos entre o estados.

Já o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) disse que o líder Cândido Vaccarezza assumiu o compromisso com os deputados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo de “reabrir as negociações” em torno da forma de como os estados não produtores seriam compensados. “Estamos acreditando que o líder do governo não vai botar em votação essa matéria a toque de caixa”, disse o parlamentar. Segundo ele, quando das negociações, Vaccarezza teria dito que o projeto do Senado era “muito drástico” e não teria o aval do governo.

Chico Alencar disse ainda que, por causa das negociações feitas com Vaccarezza, os deputados dos estados produtores “baixaram suas armas”. Para ele, agora, o momento é o de aguardar os próximos passos que serão dados pelo líder do governo.

O deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que integra a comissão mista criada para estabelecer o máximo de consenso possível na elaboração do projeto de lei, considera que a única forma de evitar um novo confronto entre estados produtores e não produtores é a União abrir mão ainda mais na parte que lhe cabe em royalties e participação especial. “Poderemos buscar novas compensações, mas isso virá se a União abrir mão de algo para compensar o Rio de Janeiro e o Espírito Santo”.

Abi-Ackel ressaltou, no entanto, que os deputados não devem “trabalhar com modificações radicais” porque isso causaria a perda do que foi construído pela comissão mista. Para ele, a tendência é que os debates se acirrem, mas, na última hora, se vote o projeto “em sua integralidade”.

Fonte: Jornal Brasil / Agência Brasil

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 20 de outubro de 2011
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Na Mídia: União cede no debate do Pré-sal

Correio Braziliense 19 de outubro de 2011

Correio Braziliense
19 de outubro de 2011

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 19 de outubro de 2011
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