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Proposições - Destaque

PL 799/2011

Acrescenta à Lei nº 5.478 de 25 de Julho de 1968, que regulamenta a ação de alimentos, o art. 24-A para dispor sobre a inclusão, em Serviços de Proteção ao Crédito, daquele que deixar, sem justo motivo, de pagar a pensão alimentícia judicialmente fixada.

 

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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara

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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel

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Balanço – Abi-Ackel afirma que primeiro ano da gestão Dilma foi marcado por escândalos

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Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista

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Posts com a Tag ‘projeto’

Na Mídia: Base aliada contradiz bandeira histórica do PT e aprova maior participação do Brasil no FMI

O plenário da Câmara aprovou simbolicamente nesta terça-feira (6) o Projeto de Decreto Legislativo (533/11) que aumenta a participação do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI). Com a mudança, o país será elevado da 14ª à 10ª posição no ranking dos quotistas.

No passado, o discurso petista era contra o fundo, inclusive com os clássicos dizeres “Fora FMI” em cartazes. “Quanta incoerência, quanta adulteração da história e da linha ideológica! Fustigou, aterrorizou, criticou tanto, e agora está de braços abertos, com o cofre aberto para o FMI”, criticou o líder tucano na Casa, Duarte Nogueira (SP). Na opinião do parlamentar, o PT rasgou sua história e pisou na própria ideologia ao votar sim.

Segundo ele, o ex-presidente Lula deu prejuízo à população ao quitar a dívida brasileira com a instituição. “O Brasil pagava taxas muito menores para poder ir amortizando seus compromissos. E Lula, por capricho, para fazer demagogia barata, pagou antecipadamente”, disse.

O líder da Minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG), também questionou a quebra do discurso petista. “Se hoje podemos votar sim e comemorar que o FMI já não está aqui estabelecendo condições para a nossa economia, isso se deve, sem qualquer dúvida, ao governo Fernando Henrique Cardoso”, afirmou. Para ele, o ex-presidente tucano fez um plano a longo prazo para que o país pudesse chegar tão longe.

“O PT cospe no prato que comeu, seguiu o receituário do FMI, colheu os benefícios da política econômica, seguiu o que vinha sendo feito. O Brasil está bem porque teve um planejamento no passado. Esse projeto faz com que o PT tenha que mudar seu posicionamento”, comentou Eduardo Azeredo (MG). A matéria será enviada para análise do Senado.

PSDB na Câmara
(Reportagem: Elisa Tecles )

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 7 de dezembro de 2011
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Na Mídia: Bancada define pauta com projetos de interesse da sociedade

Bancada define pauta com projetos de interesse da sociedade

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Em reunião da bancada, deputados tucanos definiram nesta quarta-feira (3) uma pauta de votações para o segundo semestre independente da enxurrada de medidas provisórias editadas pelo governo federal. Foi estabelecida uma lista com 17 projetos de interesse da sociedade, na avaliação do líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP).

“A reunião foi excelente, com a participação expressiva da bancada. Saímos com algumas tarefas e sugestões. Vamos manter o ritmo positivo do primeiro semestre e começamos o segundo com uma agenda de trabalho positiva, aguerrida, combativa e com muita responsabilidade”, destacou.

A regulamentação da Emenda 29, que determina limites mínimos para investimento em saúde pela União, estados e municípios, as reformas política e tributária, a PEC 300/08, que institui piso salarial nacional para policiais – civil e militar – e bombeiros e a PEC 270 – sobre a aposentadoria por invalidez – são algumas das matérias defendidas.

O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), destacou o trabalho da legenda no Congresso. “Ao longo do primeiro semestre, cumprimos o nosso papel com o esforço de todos”, declarou. Guerra anunciou uma reunião com as bancadas da Câmara e do Senado e com outros partidos de oposição para unificar o discurso.

Os presentes sugeriram ainda outros temas. Entre eles, a elaboração de um guia dos direitos dos deficientes físicos no Brasil, proposta da deputada Mara Gabrilli (SP). Outro projeto da pauta é o que estabelece medidas de transparência para que os consumidores saibam o valor dos impostos que incidem sobre mercadorias e serviços, por meio do documento fiscal ou em painel eletrônico visível no ato da compra.

“São matérias fundamentais que interessam a sociedade. Temos que fixar nesses temas para combater a agenda da presidente da República, que é recheada de medidas provisórias”, completou o líder da Minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG).

Abi-Ackel vai sugerir a votação de proposições para combater a corrupção. Como exemplo, ele cita o projeto de autoria do ex-líder Antonio Carlos Pannunzio (SP) que assegura a tramitação prioritária aos processos por crimes comuns e de responsabilidade cometidos por autoridades públicas. A proposta foi desarquivada este ano a pedido do deputado Paulo Piau (PMDB-MG).

Os ex-líderes João Almeida e Alberto Goldman e o ex-prefeito de Cuiabá Wilson Santos compareceram ao encontro.

Diário Tucano
(Reportagem: Alessandra Galvão/Foto: Paula Sholl /Áudio: Elyvio Blower)

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Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 4 de agosto de 2011
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PSDB elege lista de projetos prioritários para o segundo semestre

PSDB elege lista de projetos prioritários para o segundo semestre (Foto: Agência Edison Castêncio)

O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel, sugeriu o esforço conjunto dos tucanos no sentido de lutar pela inclusão de projetos de leis de combate à corrupção na pauta da Câmara dos Deputados. O apelo feito durante a reunião de bancada do PSDB completou a lista dos temas sugeridos pelo partido na agenda do segundo semestre.

Abi-Ackel defendeu a apreciação imediata do PL 1277/2007 de autoria do ex-deputado Antônio Carlos Pannunzio (PSDB/SP) que garante a tramitação prioritária aos processos por crimes comuns e de responsabilidade a que estejam respondendo autoridades públicas.

Entre as prioridades reivindicadas pela oposição destacam-se: a regulamentação da Emenda 29, o Supersimples, a reforma tributária e política, a regulamentação dos royalties do petróleo, PEC 300/08 que aumenta o piso salarial de bombeiros, policias militares e policias civis e PEC 270/08 que garante aposentadoria integral por invalidez.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 3 de agosto de 2011
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Na Mídia: Alterações em regras de licitações abrem brecha para fraudes e corrupção

Paulo Abi-Ackel discursa em plenário(Foto: Luiz Cruvinel)

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O Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), que altera as regras de licitações para obras nos principais aeroportos do Brasil, será uma porta aberta a fraudes e corrupção, na avaliação dos líderes do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), e no Senado, Alvaro Dias (PR). Os tucanos descartaram acordo com a base aliada para votar a proposta às pressas e sem discussão, como defende o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

A proposta será incluída em uma medida provisória. O petista definiu o dia 10 de maio como prazo máximo para votá-la, para supostamente “agilizar” as obras preparativas para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que ainda não decolaram e apresentam inúmeros atrasos.

Segundo Nogueira, o partido manterá a obstrução no plenário da Câmara para evitar que os tradicionais “tratores” do governo passem por cima da oposição numa proposta danosa para a sociedade. “Como não tiveram competência para fazer as obras no tempo adequado, querem atropelar a lei. A população vai pagar pelo prejuízo, porque as mudanças abrem margem à corrupção”, alertou.

O deputado afirmou que toda mudança na legislação atual é prejudicial para a estabilidade das compras governamentais. O Planalto, a seu ver, pretende usar uma medida provisória porque permaneceu paralisado desde que o Brasil foi anunciado como país sede da Copa, “agora quer fazer tudo a toque de caixa, atropelando as regras das licitações”.

Alvaro Dias chamou a proposta de uma “campanha das autoridades públicas contra a Lei de Licitações”. E acrescentou, em seu blog oficial: “Os idealizadores desta campanha querem as portas abertas para facilitar o superfaturamento de obras, atentando contra a fiscalização e o rigor das auditorias em relação, por exemplo, a sobrepreços nas obras públicas.”

Na opinião do tucano, a Lei de Licitações trouxe inúmeros avanços exatamente por causa do rigor que impediu irresponsabilidades na administração de estados e munícipios. Falta agora é fazê-la ser cumprida no âmbito do governo federal, pondera. “Do contrário, não veremos a redução nos custos das obras públicas, que continuarão sendo superfaturadas, e o ajuste fiscal prometido pela equipe econômica continuará sendo uma peça de ficção”, afirmou.

Já o líder da Minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG), acredita que a tentativa de mudar as regras com tanta urgência é mais uma demonstração clara de que o governo “sofre de um problema crônico de má gestão”. Para ele, além de representar um desrespeito ao Congresso, a MP propõe algo que poderá ser extremamente pernicioso e prejudicial ao erário. “Isso poderá causar grandes fraudes e superfaturamento de obras. Com essas precipitadas modificações, teremos uma bola de neve no futuro. Essa bola de neve rolará ao mesmo tempo em que muitos escândalos estarão acontecendo”, avisou.

Pelo regime diferenciado proposto pelo Executivo, o sistema especial seria usado só em obras de “infraestrutura aeroportuária necessária para a realização da Copa”. Mas, no caso das Olimpíadas, não há limitação e o regime poderia ser usado em qualquer licitação e contrato que o Planalto julgue necessário para realizar o evento.

De acordo com o jornal “O Globo”, em sua edição desta sexta-feira (29), haverá incentivo para as empresas que trabalharem rápido e acelerarem as obras, e os que se sentirem prejudicados com o resultado das licitações só poderão recorrer uma única vez. Permite-se ainda a contratação de diferentes modelos de obras. Poderão ser contratadas construções globais, ou os projetos poderão ser fatiados. As licitações deverão ocorrer, preferencialmente, pela internet. O RDC ainda permitirá consórcios a participar das licitações. Também serão exigidos requisitos de sustentabilidade ambiental.

Blog do PSDB
(Reportagem: Djan Moreno/ Áudio: Elyvio Blower)

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 29 de abril de 2011
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