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PL 799/2011

Acrescenta à Lei nº 5.478 de 25 de Julho de 1968, que regulamenta a ação de alimentos, o art. 24-A para dispor sobre a inclusão, em Serviços de Proteção ao Crédito, daquele que deixar, sem justo motivo, de pagar a pensão alimentícia judicialmente fixada.

 

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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara

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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel

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Balanço – Abi-Ackel afirma que primeiro ano da gestão Dilma foi marcado por escândalos

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Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista

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Posts com a Tag ‘prefeitos’

Paulo Abi-Ackel participa de encontro da bancada mineira com prefeitos

23-Agencia Edisoncastencio 11-05-2011 (Foto: Agência Edison Castêncio)

Dezenas de prefeitos de Minas Gerais lotaram a Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (11) com a esperança de voltar para casa com boas notícias no que diz respeito aos temas prioritários debatidos na XIV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. No final da tarde os prefeitos estiveram reunidos com os 53 parlamentares da bancada mineira para fazer um balanço do evento.

Segundo Paulo Abi-Ackel, os resultados dessa marcha deverão ser transformados em resultados concretos e melhorias para a população. “Quero crer que enquanto eu estiver na vida pública possa ver o interior desse país mais rico com os repasses corretos do governo federal sendo investidos em cinco áreas que considero a base da coluna vertebral da organização federal: educação, saúde, infraestrutura, segurança pública e autonomia dos municípios”, enumerou.

Para o deputado, as propostas discutidas nessa marcha não devem ficar apenas nas promessas. “Nós, representantes do povo que conhecemos tão bem a realidade dos prefeitos, não podemos esquecer que somos os verdadeiros parceiros dos municípios em Brasília, sobretudo porque muitas das autoridades políticas do alto escalão sequer sabem onde investir os milhões e milhões de recursos públicos. Estamos aqui para fiscalizar e garantir uma maior distribuição dos recursos”, acrescentou.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 11 de maio de 2011
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Na Mídia: Gastança do governo agrava situação financeira das prefeituras, alerta Paulo Abi-Ackel

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A gastança do governo federal estimula a inflação e agrava a situação financeira das prefeituras, na opinião do líder da Minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG). Na 14ª Marcha dos Prefeitos, realizada hoje (10), os gestores municipais reivindicaram a aprovação da emenda 29, a liberação dos restos a pagar, a redistribuição dos royalties do pré-sal e a redução da carga tributária. “O governo fica com o direito de promover a gastança, trazendo de volta a inflação, e passa a conta para governadores e prefeitos. É preciso acabar com essa farra”, condenou Abi-Ackel da tribuna.

Do total das receitas correntes previstas no Orçamento da União para 2011 – um total de R$ 1,40 trilhão -, apenas R$ 55,5 bilhões serão repassados aos municípios, afirmou o deputado. “O governo dá demonstrações de que vai aprofundar a difícil situação financeira das prefeituras. Ao invés de cortar em suas próprias despesas, ele pretende repassar essa conta para as prefeituras. O descontrole da inflação veio mostrar que não é de hoje que o governo do PT fecha as contas à custa do sacrifício das prefeituras e dos estados”, acrescentou.

De acordo com Abi-Ackel, os prefeitos estão aflitos com o anúncio do governo do corte de R$ 18 bilhões nas emendas parlamentares e da ameaça do cancelamento dos restos a pagar – as despesas contratadas de 2007 a 2009. O tucano alertou que os restos a pagar são recursos já comprometidos com projetos em andamento. “Se forem cancelados, o Brasil inteiro vai conviver com a paralisação de obras de postos de saúde, escolas, creches e instalações esportivas em áreas carentes de muitas cidades. Todas essas obras foram iniciadas sob a confiança de que o governo federal cumpriria o seu dever de repassar os recursos do orçamento”, disse.

Segundo o parlamentar, os estados e municípios contribuem para a boa execução das contas públicas e têm papel importante na formação do superávit primário, que o governo federal habitualmente exibe como mérito próprio.

Blog do PSDB
(Reportagem: Alessandra Galvão/ Áudio: Elyvio Blower)

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 10 de maio de 2011
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Paulo Abi-Ackel critica descaso do governo federal com os municípios

O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel, subiu à tribuna do plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (10) e classificou de centralizadora a gestão do governo federal ratificada pelos pequenos volumes dos recursos destinados aos estados e municípios no bolo da arrecadação.

Para Abi-Ackel, a XIV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios representa uma jornada daqueles que não têm mais a quem recorrer nem como resolver seus mais dramáticos problemas no cotidiano das prefeituras. “Para nós que conhecemos o interior do Brasil e sabemos que muitos homens públicos deixam, muitas vezes, a tranquilidade das próprias vocações, dos seus trabalhos e da sua família para se dedicarem entusiasmadamente à que suas populações, no mais distante interior do Brasil, possam melhorar, o desânimo é o mais absoluto, porque, com a arrecadação que têm, mal conseguem cumprir necessidades primordiais como, por exemplo, o recolhimento de lixo”, argumentou.

Segundo o líder, os prefeitos não conseguem melhorar o sistema de saneamento básico e a saúde nos municípios porque o governo federal se arvora em deter consigo todos os recursos arrecadados dos brasileiros. “O bolo das receitas tributárias municipais encolheu em relação aos números de 2002. É impressionante como cada vez que o país prospera e cresce, cada vez que o país demonstra vitalidade, os municípios mais padecem da falta de recursos financeiros”, constatou.

O deputado propôs que os recursos arrecadados pela União não fiquem exclusivamente nos cofres federais, mas que sejam escoados para os estados e para os municípios. Ele acredita que com essa medida para ampliar a arrecadação desses entes federativos haverá maior capacidade de solucionar os problemas do interior do país.

Os números são assustadores.

Ainda segundo Paulo Abi-Ackel, a União passou a arrecadar cada vez mais tributos que não são incluídos na base de cálculo dos fundos de participação. O preço do Imposto de Renda e do Imposto Sobre Produtos Industrializados na arrecadação tributária federal caiu de 56,2% para 40,5% entre 2002 e 2010. Em consequência, computados os percentuais constitucionais atribuídos ao Fundo de Participação dos Municípios e ao FPE e aos fundos regionais, a fatia dos estados e municípios, no bolo de receitas tributárias federais, encolheu de 27%, em 2002, para apenas 19,4% em 2010.

O parlamentar encerrou o discurso pedindo que a Casa, “nesse momento em que as senhoras e os senhores prefeitos estão em Brasília”, não só discuta as questões debatidas na Marcha, mas amplie o debate e aprove a regulamentação da Emenda nº 29.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 10 de maio de 2011
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Aécio Neves e Paulo Abi-Ackel lutam por autonomia econômica e financeira dos municípios

Marcha dos Prefeitos

O deputado Paulo Abi-Ackel, defensor intransigente da melhor distribuição dos recursos para o interior do Brasil, aplaudiu o Projeto de Lei e a PEC apresentadas pelo senador mineiro Aécio Neves, no plenário do Senado Federal, última quarta-feira (4). As duas propostas integram o compromisso assumido por Abi-Ackel e pelo senador Aécio com os municípios durante a campanha eleitoral de 2010.

Na avaliação do deputado, a XIV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que teve início hoje, deveria ser um momento de interação entre os prefeitos e as instâncias do governo federal com vistas ao melhor aproveitamento dos recursos públicos e não mais uma tentativa de obter os recursos que lhes são de direito.

“Eu serei como sempre fui, nos quatro primeiros anos de mandato, um representante em Brasília, de cada uma das cidades do estado de Minas Gerais. Tenho a honra de dizer que me identifico muito, sobretudo com aquele povo mais humilde que precisa cada vez mais das ações do Estado”, defendeu Paulo Abi-Ackel.

Na avaliação dos tucanos, os governos estaduais e municipais ficaram para trás com as migalhas dos recursos públicos, em que pese o forte aumento da carga tributária realizado no país nas últimas décadas. A isenção do IPI para a indústria automobilística, por exemplo, representa o desrespeito do governo federal com os estados, municípios e fundos regionais que arcaram com mais da metade dessa isenção.

A parcela dos tributos, repassada pelo governo aos estados e municípios, vem caindo desde 2002 e inexiste regulamento que assegure a devida compensação pelas perdas decorrentes das isenções fiscais concedidas pelo governo federal.

Segundo Paulo Abi-Ackel, essas distorções precisam ser corrigidas no novo pacto federativo que deve presidir a reforma tributária. É indispensável que a nova ordem tributária a ser definida contemple garantias de receitas aos estados e municípios de modo a evitar que os prefeitos sejam obrigados a deixar os seus afazeres para pedir mais recursos na capital federal.

“O governo federal, com uma enorme arrecadação, não pode ficar com todo bolo para ele. É preciso dividir. Temos prefeituras em estado de miséria, que sequer tem condições de pagar a folha de pagamento, recolher o lixo e comprar a merenda escolar. Um dos nossos principais desafios é a reforma do pacto federativo. Ou seja, dividir em fatias a arrecadação federal, dando as prefeituras e aos estados maior capacidade financeira para administrar os seus problemas, por isso considero acertada e louvável a PEC e o projeto de lei apresentadas pelo Aécio”, disse.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 10 de maio de 2011
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