Jornal O Tempo
04 de outubro de 2011


Na Mídia: Paulo Abi-Ackel condena situação precária do sistema de saúde brasileiro http://t.co/GgXx8AYq
Paulo Abi-Ackel alertou em 2010 falta de planejamento na distribuição dos recursos para catástrofes http://t.co/H4qv2y72
@celecarba obrigado! Li, porém discordo. Oposição cumpre bem o seu papel. Leia artigo da VEJA de 24/12 páginas 214/15 sobre o assunto. Abs.
Acrescenta à Lei nº 5.478 de 25 de Julho de 1968, que regulamenta a ação de alimentos, o art. 24-A para dispor sobre a inclusão, em Serviços de Proteção ao Crédito, daquele que deixar, sem justo motivo, de pagar a pensão alimentícia judicialmente fixada.
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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara
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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel
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Balanço – Abi-Ackel afirma que primeiro ano da gestão Dilma foi marcado por escândalos
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Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista
(Foto: Agência Edison Castêncio)
Requerimento de informação de Paulo Abi-Ackel para realização de audiência pública com as presenças do Nelson Hubner, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e Armando Casado de Araújo, diretor financeiro da Eletrobrás, foi aprovado por unanimidade na manhã desta quarta-feira (15) na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. A finalidade da audiência é esclarecer a arrecadação e aplicação de recursos da Reserva Global de Reversão (RGR) que onera as contas de energia elétrica entre dois a três por cento.
Segundo Abi-Ackel, é imprescindível conhecer os critérios adotados para alocar os recursos da RGR. “A arrecadação da RGR é de cerca de R$ 2 bilhões por ano e o estoque de capital registrado no referido fundo apresentava, em 31 de dezembro de 2010, saldo de R$ 15,6 bilhões, dos quais R$ 9,0 bilhões encontravam-se sob a custódia do Tesouro Nacional e R$ 6,6 bilhões foram destinados a empréstimos concedidos a empresas do setor. Importa notar que o custo desses empréstimos é bem inferior às linhas de crédito disponíveis no mercado, o que torna necessário avaliar os critérios dessa arrecadação”, argumentou.
A data para a realização da audiência ainda não foi divulgada.
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O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel, apresentou requerimento de indicação ao ministro-chefe da Casa Civil, com o objetivo de solicitar a transformação do Departamento Nacional de Produção Mineral DNPM em Agência Nacional de Mineração.
Em dezembro de 2008, Abi-Ackel encaminhou uma indicação ao ministro de Minas e Energia com o mesmo propósito, porém, como ainda não obteve resposta, resolveu reforçar o pedido.
“A estrutura vigente não comporta mais o dinamismo que o mercado impõe. Trata-se de uma autarquia típica, com uma estrutura que lamentavelmente encontra-se defasada, desatualizada, presa a conceitos antigos e a uma burocratização que torna inviável a exploração desta importante atividade no país. Defendo a modificação do órgão DNPM em Agência Nacional de Mineração para preservar os interesses e o patrimônio da União.”, disse.
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O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel, protocolou requerimento solicitando a realização de audiência pública na Comissão de Minas e Energia, com a presença do ministro Edison Lobão para debater a existência de cartéis na comercialização de combustíveis e lubrificantes.
Conforme notícias divulgadas na imprensa, o ministro admitiu a existência de cartéis em alguns estados e lembrou que isso deve ser investigado, pois há nove anos o combustível sai das refinarias com o mesmo preço e, segundo ele, o aumento ocorre nas distribuidoras e nos postos de gasolina.
Na avaliação do deputado Paulo Abi-Ackel, admitir a existência de cartéis atesta a ineficiência fiscalizadora do governo num setor estratégico para a vida das pessoas e a economia do país.
Também foram convidados: José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras; Haroldo Borges Rodrigues Lima, diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo – ANP; Fernando de Magalhães Furlan, presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE; de representante do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC; Paulo Miranda Soares, presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes – FECOMBUSTÍVEIS; e Vinícius Marques de Carvalho, da Secretaria de Direito Econômico – SDE/MJ, para debater a existência de cartéis na comercialização de combustíveis e lubrificantes.
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