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Acrescenta à Lei nº 5.478 de 25 de Julho de 1968, que regulamenta a ação de alimentos, o art. 24-A para dispor sobre a inclusão, em Serviços de Proteção ao Crédito, daquele que deixar, sem justo motivo, de pagar a pensão alimentícia judicialmente fixada.

 

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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara

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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel

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Balanço – Abi-Ackel afirma que primeiro ano da gestão Dilma foi marcado por escândalos

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Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista

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Estudo relaciona Abi-Ackel como um dos parlamentares da Elite do Congresso

Da tribuna:  Abi-Ackel denuncia abuso do Executivo na agenda do Poder Legislativo e critica falta de planejamento no enfrentamento das grandes crises (foto: Beto Oliveira/Ag Câmara)

O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), compõe a seleção de parlamentares da Elite Parlamentar 2011, estudo elaborado pela Arko Advice que relaciona um total de 105 congressistas como os mais influentes neste primeiro ano da Legislatura.

Da lista de 64 deputados federais e 41 senadores, 15 parlamentares relacionados (8 deputados e 7 senadores) são do PSDB e 10 (7 deputados e 3 senadores) são do Democratas.

A seguir a lista em ordem alfabética:

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Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 20 de dezembro de 2011
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Na Mídia: Abi Ackel: ‘Aparelhamento do PT foi nefasto para o país’

Entrevista publicada pela Veja Online em 28 de novembro de 2011:

Líder da oposição na Câmara, tucano critica tratamento dado pelo governo ao Congresso e diz que sistema de cooptação da base tem sinais de desgaste – Por Gabriel Castro

Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista Líder da oposição na Câmara critica falta de vontade política do governo (foto: Leonardo Prado)

O deputado Paulo Abi Ackel (PSDB-MG) aparece menos do que os líderes do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), e do DEM na Casa, ACM Neto (BA). Mas, oficialmente, o parlamentar mineiro ocupa uma função superior à dos colegas: a de líder da oposição entre os deputados – assim como Cândido Vaccarezza (PT-SP) comanda a base aliada. Ligado ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), Abi Ackel é um pouco menos diplomático do que o parceiro ao apontar a má influência do PT no espaço político brasileiro. Para ele, o uso descontrolado das Medidas Provisórias “é algo funesto para a democracia e para a estabilidade política”. Ackel conversou com o site de VEJA.

O que faz um líder da minoria? O líder da minoria está para a sua representação política como o líder da maioria para a base do governo. Temos o papel de representar em todos os entendimentos de pauta, assim como nos discursos, os interesses e o ponto de vista da oposição. Portanto, em conjunto com o líder do PSDB, do DEM, do PPS e do PSOL, nós fazemos a oposição ao governo federal.

Como é liderar a menor minoria dos últimos anos? Tenho que dividir essa responsabilidade com os líderes das bancadas. Realmente é difícil. Sem dúvida, sentimos muito a força da maioria e nem sempre é possível passar do discurso para um resultado de votação. Mas, com nossos argumentos, temos conseguido tencionar em alguns momentos o debate a ponto de fazer com que a opinião pública tenha um maior conhecimento a respeito das matérias que estão sendo votadas. Temos defendido as prerrogativas do Congresso Nacional num momento em que, com essa enorme maioria, o governo, não enfrentando obstáculo, com certeza estabeleceria uma agenda exclusivamente de acordo com o gosto da presidente da República. É nosso dever defender uma pauta que seja de interesse da sociedade.

Que balanço o senhor faz do desempenho da oposição no primeiro ano de mandato? Foi um ano em que tivemos vitórias. Conseguimos pautar e, em alguns momentos, vencer o governo, como na ocasião da Emenda 29, que pretendia recriar a CPMF. Recentemente, conseguimos impedir que o governo fizesse uso da ampla maioria para desrespeitar o regimento, na tentativa de quebra do interstício na votação da Desvinculação das Receitas da União. Tivemos bons momentos em votações de grande relevo, mas sobretudo na mesa de entendimentos para a pauta do Congresso. Conseguimos criar brechas para votar assuntos que são de interesse da sociedade.

Quais devem ser as prioridades da oposição para 2012? Gostaríamos de ver o Congresso trabalhando com uma pauta de interesse da sociedade, e não apenas do governo. Esse foi um grande problema que o Parlamento teve nesses nove anos: o gigantesco volume de Medias Provisórias, boa parte versando sobre assuntos que não têm relevância e urgência. E muitas tratando de temas diferentes ao mesmo tempo, o que diminui a importância do Congresso. Isso é algo funesto para a democracia e para a estabilidade política. O ideal para seria poder votar algumas das reformas que o governo pode perfeitamente discutir ao em vez de fazer pequenas modificações. Precisamos debater as reformas estruturais: tributária, trabalhista, da Previdência e do Judiciário, sobretudo o que diz respeito aos códigos: penal, de execução penal e de processo penal. E planos: o governo não apresentou planos estratégicos para educação, saúde, segurança pública, combate ao tráfico de drogas e de armas, infraestrutura, o sucateamento da indústria. Outro aspecto, que é uma proposta muito clara que a oposição tem, é a reforma do pacto federativo. É uma enorme frustração para nós, que somos líderes, ao final do ano verificar que não discutimos esses assuntos. Não há uma agenda grande para discutir. A questão é que, para isso, é necessário que o governo tome a iniciativa ou pelo menos permita que o Legislativo não fique sobrecarregado com Medidas Provisórias.

Então o que falta é a vontade política do governo? Não consigo enxergar pertinência no argumento do governo sobre a dificuldade de enfrentar a discussão da reforma tributária num país em que os pobres pagam mais impostos do que os ricos. Hoje, os 10% mais pobres comprometem 33% dos seus rendimentos com tributos, enquanto os 10% mais ricos pagam 22%. Se no primeiro semestre do ano a presidente tem toda a condição política de enfrentar esse tipo de discussão e ela renuncia a esse debate, é óbvio que logo se impõe uma agenda negativa sobre o governo. Foi o que aconteceu. A agenda de denúncias acabou tomando conta. Foi importante para constatar que esse aparelhamento promovido pelo governo do PT foi nefasto para o país. Mas gastamos energia ouvindo ministros e funcionários do governo que estavam no centro das denuncias de corrupção. Estamos perdendo muito tempo por causa disso.

Por que o bloco PSDB-DEM-PPS tem perdido espaço? Falta um discurso forte? É preciso não perder de vista que, embora a oposição tenha na Câmara um número reduzido de parlamentares, tivemos nas eleições presidenciais cerca de 44% dos votos. Foi o que teve o nosso candidato no embate direto com Dilma. Essa enorme diferença é também uma decorrência do modelo lamentável adotado pelo governo petista de aliança com os demais partidos em troca de feudos no governo, o que atrai deputados para a base. Isso é lamentável sob todos os aspectos. Exatamente porque temos promovido este debate, denunciado essa pressão sobre o Congresso, é que temos a impressão de que esse modelo começa a ter um enorme desgaste. Seguramente, a maior atenção da imprensa a esses feudos e essa forma de governar o país com o aparelhamento da máquina estão resultando num enorme desgaste para o governo.

O discurso do PSDB não é muito parecido com o do PT? Isso é natural, até porque o PT adotou muitas bandeiras do PSDB. É natural que em alguns pontos existam convergências. Mas temos muitas diferenças. Em primeiro lugar, não concordamos de forma alguma com o aparelhamento do estado. Em segundo lugar, temos discutido muito a questão ética, que está pontuada em diversos aspectos, mas sobretudo na necessidade de respeito entre os poderes, o que não vem existindo como gostaríamos. No governo do PSDB, em hipótese alguma isso ocorreria, como não ocorreu no governo FHC.

A adesão de deputados ao governo por interesses atrapalha muito o trabalho da oposição? Isso é lamentável. É um período ruim da política nacional. O número muito grande de partidos permite esse tipo de composição. Temos plena consciência de que isso acontece. Há uma atração dos deputados para o governo com a perspectiva de pagamento de emendas. É um modelo que está falido, contra o qual temos lutado muito. No governo do PSDB, que nós esperamos que seja o próximo governo brasileiro, não poderemos aceitar esse modelo. Teremos que fazer um sistema cuja condição elementar para a nomeação do ministro não seja o partido, mas sim a biografia, o conhecimento, a capacidade de gestão, a eficiência. Precisamos de grandes estadistas sentados na cadeira de ministro e não de ministros representando partidos como se fossem donos de feudos partidários.
A divisão de forças do PSDB entre paulistas e mineiros vai pender para Minas em 2014? O senador Aécio Neves começa a se tornar um candidato natural à Presidência da República pelo belo trabalho que fez como governador, o bom trabalho que está fazendo como senador e porque tem, realmente, uma enorme simpatia dos membros da bancada. Percebo o mesmo no Senado. Mas temos grandes nomes. Não é hora de decidir sobre candidaturas. Penso que essa é uma decisão que devemos tomar até 2013. E torço, até por ser mineiro, que Aécio esteja em boas condições de disputar a eleição pelo PSDB.

Aécio Neves tem sido criticado pela postura branda em sua passagem pelo Senado. É uma tentativa de construir caminhos para 2014? Discordo desse ponto de vista de que o Aécio não foi um opositor firme. Tenho visto as declarações dele e, ao contrário, vejo que seu discurso tem uma enorme eficiência. Ele pode não cometer excessos de linguagem, mas tem um discurso altamente eficiente: aponta onde o governo está errando e apresenta soluções. É o papel do opositor. Ninguém apresentou uma alternativa para a malha viária do país a não ser ele, que defende uma proposta de transferir para os estados a manutenção das estradas federais e a consequente transferência dos recursos da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Ele apresentou um discurso muito claro sobre o pacto federativo, teve uma oposição muito firme na questão dos royalties do petróleo e tem apresentado um ponto de vista crítico em relação ao aparelhamento da máquina. Tem feito críticas diretas à forma de gestão da presidente da República. Ele está tendo um posicionamento irrepreensível. É que se espera, às vezes, algo mais estridente do opositor.

O PSDB, afinal, é de centro, esquerda ou de direita? De centro, tradicionalmente de centro-esquerda. Como temos posições muito claras, não há nenhuma discussão em torno de questões programáticas. Estamos bem situados no nosso discurso interno em relação a isso. Não há risco de sermos confundidos com um partido que possa estar ultrapassado na sua identidade, na sua questão programática.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 28 de novembro de 2011
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Na Mídia: Só na base aliada há consenso sobre financiamento público

Matéria publicada pelo jornal O Tempo, em 25 de setembro de 2011

A base aliada da presidente Dilma Rousseff ainda está longe de um consenso sobre as diretrizes da proposta de reforma política a ser encaminhada ao Congresso no mês que vem. A respeito de um ponto específico, os partidos que apoiam o Planalto estão praticamente certos: as campanhas eleitorais devem ser pagas com dinheiro do orçamento da União.

Mesmo assim, o financiamento público é um assunto polêmico e não terá tramitação fácil. Senadores pretendem fazer com que o texto, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 24 de agosto, retorne ao plenário. Na Câmara dos Deputados, o projeto também deve enfrentar resistência.

A tese é encarada com duas leituras opostas. Para os defensores, o financiamento estritamente público resultaria na redução da corrupção e, para quem é contrário, ele permitiria o aumento do uso de caixa dois nas campanhas.

Com a proposta, o que se busca é proibir as doações de pessoas físicas e empresas. Assim, na avaliação dos defensores da tese, seria menor o risco de “contaminação” na relação entre os doadores e eleitos, como ocorre hoje.

“O financiamento público vai trazer mais transparência e mais segurança para a gestão pública e mais estabilidade e independência para o governo”, defendeu o deputado Henrique Fontana (PT), na última quarta-feira, ao deixar o encontro com lideranças aliadas. O petista é o relator da matéria na Câmara.

Divisão. Em linhas gerais, o tema divide a base e a oposição em Brasília. O PT é o principal defensor da mudança e vem conseguindo, com o patrocínio do ex-presidente Lula, que outras siglas aliadas, como PMDB, PDT, PCdoB e PSB, fechem questão pelo repasse público.

Já o deputado federal mineiro Paulo Abi-Ackel (PSDB) afirma que não há opinião fechada nem mesmo na oposição. Até por conta disso, ele não acredita em aprovação sem sobressaltos. “Nós vamos encaminhar a votação contra esse tipo de financiamento. Ele só colabora com quem já tem recurso pessoal”, diz.

O diretor da ONG Transparência Brasil, Cláudio Abramo, também vê com suspeita os supostos benefícios do financiamento público. Para ele, a participação das empresas no processo eleitoral seria impossível de se suprimir e, com a proibição dos repasses privados, a prática de caixa dois seria impulsionada. “Não há como eliminar o interesse de candidatos eleitos e o interesse de empresas em influenciar as eleições”, ressalta.

Tramitação
Senado. A votação na CCJ do projeto 268/11, de autoria de um grupo de senadores, foi confusa. Houve questionamento sobre o resultado e, após consulta das notas taquigráficas, verificou-se aprovação por 10 votos a 9.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 25 de setembro de 2011
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Na Mídia: PEC 29 e royalties do pré-sal comandam semana

Brasília, 12 de setembro de 2011 – Dois grandes acordos precisam ser desenhados nas próximas semanas pelo Congresso e pelo governo para viabilizar a votação do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 29, que garante mais recursos para a saúde, e do projeto que trata da partilha dos royalties do pré-sal. A votação da PEC 29 está agendada para o dia 28 de setembro. O texto votado em primeiro turno fixa percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde, mas não determina a fonte desses recursos e é ai que está o grande problema que será enfrentado pelo governo. As discussões sobre essa nova fonte já passaeam pela legalização do jogo, por taxações maiores de impostos sobre álcool e cigarro, criação de um novo imposto destinado ao financiamento do serviço de saúde e pela utilização de recursos dos royalties do pré-sal.

Diante do impasse a base já falou em adiar a votação até conseguir encontrar uma proposta que desgaste menos o governo, mas agora o discurso do líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), é que o Governo Federal já investe em saúde mais do que é previsto na Emenda 29 e que os Estados que não fazem esse investimento que devem pensar em uma forma de conseguir recursos extras. Segundo o deputado, o governo não irá apresentar uma proposta para fonte extra de recursos para a saúde. “A União já coloca recursos na saúde mais do que exige a Emenda 29. Nós estamos cumprindo a nossa parte. O governo não vai apresentar uma proposta”, afirmou Vaccarezza. “O que o governo pensa é que a simples regulamentação da Emenda 29 não garante recursos suficientes para a oferta de uma saúde de forma universal”.

O líder da minoria na Câmara, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) acredita que não é necessária nenhuma mudança no texto da emenda e que o governo tem recursos suficientes para aumentar o investimento na saúde. “A oposição tem
o ponto de vista de que não há necessidade de novas fontes de recursos. No passado a CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira] acabou sendo desviado para outros fins”, afirmou. A pressão para votar logo a emenda, que já é grande, deve aumentar ainda mais com o encontro de prefeitos marcado para os próximos dias 13 e 14 no Senado Federal. A votação da PEC 29 é parte da pauta de reivindicação do encontro, que veio cobrar os compromissos assumidos pelo governo durante a 16a Marcha dos Municípios.

Um dos pontos discutidos e que causam mais desacordos é a criação de um novo imposto para financiar a saúde, a exemplo da CPMF. Parlamentares da base afirmam que o governo aceitaria a criação desse novo tributo, mas a oposição já disse que brigará e não aceitará a criação de mais um imposto. Nesse ponto o Governo Federal não deve interferir muito, no primeiro ano de mandato é pouco provável que o governo arque com o custo político de aumentar a carga tributária do brasileiro. A oposição sabe bem dessa resistência e conta com isso para não perder essa briga. “Eu não vejo clima para a criação de um novo imposto, a não ser que a presidente Dilma [Rousseff] queria bancar o custo político de ser a presidente que criou um novo imposto para o brasileiro pagar”, afirmou o líder da minoria na Câmara.

E a emenda deve mexer com outro projeto, cujo acordo está sendo construído pelo Congresso e pelo Executivo, a partilha dos royalties do pré-sal. Isso porque na última semana ganhou força a proposta de destinar mais recursos do pré-sal para a saúde. Apesar de o assunto ser defendido por parlamentares da base, a idéia foi duramente criticada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que afirmou que o dinheiro do pré-sal não existe ainda. Para o ministro a saúde precisa de dinheiro agora e não para daqui alguns anos. “O pré-sal vai produzir daqui a sete, oito anos, portanto, não podemos ficar distribuindo recursos que hoje não existem”, disse Lobão na semana passada. O líder do governo na Câmara também nega que o assunto esteja sendo tratado pelo governo, segundo Vaccarezza, a destinação de recursos do pré-sal para a saúde já é previsto e que ele não tem nenhum conhecimento de discussões para aumentar esse percentual.

A proposta alternativa à emenda vetada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que previa uma divisão igualitária dos royalties do pré-sal entre todos os Estados, deve ser apresentada pelo governo no dia 14. A proposta quer impedir a derrubada do veto à emenda. No Senado, a previsão é que seja colocada em votação além da proposta do Executivo, uma proposta alternativa dos parlamentares. Já o líder do governo na Câmara, afirmou que não acredita
nessa possibilidade. Para Vaccarezza, Executivo e Legislativo devem fechar o acordo sobre uma única proposta. A data do dia 14 foi fechada durante reunião entre parlamentares da base e os ministros da Fazenda, Guido Mantega, das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e de Minas e Energia, Edison Lobão. O governo quer votar o veto no dia 5 de outubro e não no dia 22 de setembro, como estava agendado pelo presidente do Senado, José Sarney.

 

Fonte: Lais Lima / Agência Leia

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 19 de setembro de 2011
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