Paulo Abi-Ackel é entrevistado pelo programa Mundo Político da TV Assembleia de Minas Gerais.


Paulo Abi-Ackel – Líder da Oposição na Câmara dos Deputados 2011 http://t.co/qoFLVSsP
A você, mulher, que traz mais luz e encanto a cada um dos dias do ano, o nosso parabéns.
Paulo Abi-Ackel apresenta relatório do trabalho da Liderança da Minoria em 2011 http://t.co/9LK8ivc8
Altera a Lei 11.788, de 25 de setembro de 2008 – O estágio poderá ser prorrogado após a formatura do estagiário, se para o exercício da profissão, os estagiários dependerem de aprovação em exame.
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Paulo Abi-Ackel condena situação precária do sistema de saúde brasileiro
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Para tucanos, governo não pode desamparar haitianos que entram no Brasil
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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara
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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel
Paulo Abi-Ackel é entrevistado pelo programa Mundo Político da TV Assembleia de Minas Gerais.
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Cresce a pressão no Congresso pela regulamentação da Emenda 29, que fixa percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, estados e municípios. Oposição e base aliada querem votar a matéria, mas o governo estuda propor um novo texto.
Para o líder da Minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG), o Planalto é oportunista, mentiroso e fantasioso ao passar uma imagem de que está tudo bem no país, enquanto brasileiros morrem nas filas à espera de atendimento em hospitais. Segundo o tucano, a gestão do PT não respeita o Brasil e faz tudo a serviço do poder com patrulhamento ideológico.
“Eles querem facilidade de manobra dos recursos e negociar essas verbas em troca de apoio parlamentar. Com a Emenda 29, eles não poderão fazer isso, terão que aplicar esses valores efetivamente na saúde, melhorando a vida do cidadão, sobretudo do mais pobre, que depende do SUS”, afirmou.
Apesar de a presidente Dilma ter garantido, durante a campanha eleitoral de 2010, regulamentar a Emenda 29, ela parece ter esquecido a promessa ou não tem competência para executá-la, na opinião do deputado William Dib (SP). “Como eles não podem cumprir ou não sabem como fazer, querem um novo texto para ganhar tempo e empurrar com a barriga. Na verdade, o que eles querem é postergar as promessas e estão caindo no vazio”, destacou. Dib disse ainda, que enquanto faltam remédios, médicos e leitos, sobram filas para os usuários do SUS.
Quando a Emenda 29 foi aprovada, em 2000, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, era previsto que a União investisse em saúde 5% a mais do que o aplicado no ano anterior. A proposta determinava que, nos anos seguintes, esse valor fosse corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB). Os estados ficaram obrigados a investir 12% da arrecadação de impostos. Já os municípios destinariam 15% das suas receitas. A Emenda 29 deveria ter sido regulamentada em 2004, no primeiro mandato do ex-presidente Lula.
Diário Tucano
(Reportagem: Artur Filho/Áudio: Elyvio Blower)
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Durante a reunião do Colégio de Líderes desta quarta-feira (24), o líder da Minoria na Câmara, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), defendeu o acordo entre a oposição e o governo para votar a proposta que regulamenta a Emenda 29 (PLP 306/08, do Senado) no início do mês de setembro. A oposição queria votar em 13 de setembro, o presidente Marco Maia propôs uma data no final de setembro, mas houve um desentendimento entre os líderes da oposição e o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP).
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O líder da Minoria na Câmara, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), participou da reunião do Colégio de Líderes na tarde desta terça-feira (23) que definiu a pauta de votações do Plenário. Serão votados hoje os dois destaques apresentados pela oposição à MP 532 que amplia as áreas de atuação da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) para explorar serviços postais eletrônicos, financeiros e de logística integrada.
O PPS e o DEM querem excluir do texto a permissão dada aos Correios para adquirir o controle acionário de outras empresas ou participar de seu capital. Após a análise dos destaques será votado o requerimento do Democratas que pede a convocação do ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage.
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