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PL 799/2011

Acrescenta à Lei nº 5.478 de 25 de Julho de 1968, que regulamenta a ação de alimentos, o art. 24-A para dispor sobre a inclusão, em Serviços de Proteção ao Crédito, daquele que deixar, sem justo motivo, de pagar a pensão alimentícia judicialmente fixada.

 

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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara

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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel

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Balanço – Abi-Ackel afirma que primeiro ano da gestão Dilma foi marcado por escândalos

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Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista

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Uma Nova Agenda: Carta de Formulação e Mobilização Política

A Nova Agenda

Oposição existe para se opor. E para fiscalizar e apontar erros e incapacidades de quem está no governo. Mas existe, também, para pensar e propor novos rumos para o país. Foi assim no seminário realizado ontem pelo Instituto Teotônio Vilela no Rio. Novos caminhos se abriram, sempre voltados a buscar um Brasil melhor.

A constatação mais explícita é de que o país equilibra-se hoje sobre os avanços que o governo do PSDB conseguiu construir, e cujos passos iniciais caminham para completar 20 anos. Tal constatação evidencia que uma nação que se transformou enormemente nestas duas últimas décadas precisa reinventar-se – e não regredir, como tem acontecido.

O PSDB deu mostras ontem, mais uma vez, de que é capaz de apresentar propostas coerentes e transformadoras para o Brasil. Mais que isso, demonstrou coragem para enfrentar e romper interesses espúrios que se apoderaram do aparato estatal e o tornaram refém de grupos de pressão. O que nos interessa é tornar o Brasil, de fato, um país de todos e não um país para poucos.

O seminário “A Nova Agenda – Desafios e Oportunidades para o Brasil” reuniu cerca de 600 pessoas. Foram dois painéis, tratando de temas econômicos e sociais. Alguns de nossos melhores especialistas não se ocuparam apenas em apontar defeitos do modelo atual, algo que sempre foi uma marca do PT quando na oposição. Cuidaram, também, de sugerir alternativas, novos rumos. Construir, em suma.

É o caso, por exemplo, da proposta apresentada por Pérsio Arida, ex-presidente do Banco Central e um dos formuladores do Plano Real. Ele sugere agora uma revolução na remuneração das três principais fontes públicas de crédito: FAT, FGTS e poupança. Hoje, tais fundos fornecem recursos a baixo custo a apenas alguns grupos de eleitos. Em contrapartida, remuneram mal seus cotistas, ou seja, a massa de trabalhadores e poupadores brasileiros.

A sugestão de Arida é tão singela quanto inovadora: adotar para FGTS, FAT e poupança as mesmas taxas de juros de longo prazo praticadas pelo mercado. O resultado seria a multiplicação do patrimônio dos trabalhadores, um aumento considerável da poupança doméstica e a redução de tributos, como PIS/Pasep. Trata-se, segundo ele, de “promover o bem geral em detrimento de privilégios localizados. Hoje, os mecanismos de crédito dirigido penalizam fortemente os trabalhadores”.

Assim como a estabilização da moeda foi capaz de promover a maior justiça social que se tem notícia na história do país, as novas propostas em gestação na socialdemocracia também buscam estender a todos os brasileiros os benefícios de um mercado de consumo que se agiganta. E também assegurar-lhes melhores condições de vida, saúde e educação para que progridam com as próprias pernas e não sob a tutela do Estado, como preza o modelo petista.

Assim, ficou explícita a necessidade de que novas reformas estruturais sejam levadas adiante, como sugeriu Gustavo Franco, também ex-presidente do BC. “Elas atacam privilégios de minorias e geram benefícios para a maioria. Mas, exatamente por isso, sempre se chocam com a resistência destes grupos privilegiados”.

Nos últimos anos, o que se viu no Brasil foi justamente o contrário disso: grupos de privilegiados ocupando e loteando cargos, numa briga desenfreada por poder. “Estamos na direção errada: a de um Estado capturado, cada vez menos eficiente e incapaz de suprir e preencher lacunas”, resumiu Armínio Fraga, que também comandou o BC no governo Fernando Henrique Cardoso.

Junte-se ao cenário o baixo nível de investimentos públicos. Coube a Armando Castelar, da FGV, desmontar a falácia de que o PAC está redimindo os investimentos feitos pelo governo. Em proporção do PIB, eles caíram de 5,4% na década de 1970 para 2,32% atuais. Se tudo o que estiver programado se concretizar, em 2014 serão equivalentes a exatos 2,33% do PIB, ou seja, não sairão do lugar. “O problema não é falta de dinheiro; é de estratégia”, disse ele.

Na síntese da economista Monica de Bolle, que atuou como moderadora do painel sobre a economia brasileira, o país está hoje estacionado sobre um “tripé perverso”: elevadíssima carga tributária, taxas de juros muito altas e investimentos muito baixos. “Temos de partir para a reconstrução de um Brasil que se tornou velho, clientelista e intervencionista”.

O PSDB demonstrou que está começando a reinventar o futuro do Brasil. Deixou claro que tem opiniões próprias e diverge frontalmente da orientação que o governo do PT dá ao país, com sua impotência para produzir ideias novas e sua ineficiência para aproveitar as enormes potencialidades que se abrem. Como disse o presidente Fernando Henrique: “O país cansou de grandes tiradas genéricas; é hora de saber fazer”. Uma nova agenda nesta direção começou a ser construída ontem. (Continua amanhã.)

Fonte: Instituto Teotônio Vilela

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 8 de novembro de 2011
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Seminário “A Nova Agenda” do ITV reúne lideranças do PSDB no Rio de Janeiro

Seminário “A Nova Agenda” do ITV reúne lideranças do PSDB no Rio de Janeiro

O líder da minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG), participou do seminário “A Nova Agenda: desafios e oportunidades para o Brasil” realizado pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV) nesta segunda-feira (7), no Rio de Janeiro. O evento reuniu deputados, senadores, governadores e lideranças tucanas com o objetivo de debater temas ligados à economia e assuntos sociais.

Paulo Abi-Ackel elogiou o presidente do ITV, ex-senador Tasso Jereissati, pela organização e qualidade do evento que reuniu o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e os ex-presidentes do Banco Central, Persio Arida, Armínio Fraga e Gustavo Franco. “Parabenizo o ITV e Tasso Jereissati pelo grande evento. O partido apresentou alternativas para melhorar o Brasil” afirmou.

Este foi o primeiro seminário “A Nova Agenda” no qual foram debatidos temas ligados à economia e assuntos sociais. Entre os debatedores das questões sociais estiveram Simon Schwartzman, André Medici, Cláudio Beato e Marcelo Caetano; coordenados por Edmar Bacha, além da economista Elena Landau. Novos encontros estão previstos para discutir outros assuntos relevantes, como saúde, educação, segurança pública e meio ambiente.

Paulo Abi-Ackel, Fernando Henrique Cardoso e Duarte Nogueira
Paulo Abi-Ackel, Fernando Henrique Cardoso e Duarte Nogueira

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 7 de novembro de 2011
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Paulo Abi-Ackel participa de encontro de governadores tucanos em Goiânia

Paulo Abi-Ackel participa de encontro de governadores tucanos em Goiânia (foto: Carlos Rudiney)

Sete governadores do PSDB participaram de encontro no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia, nesta sexta-feira (30). O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB/MG) e o líder da oposição, Duarte Nogueira (PSDB/SP), estiveram no encontro para discutir temas em tramitação no Congresso que, se aprovados, refletirão no orçamento dos estados.

Durante o encontro foi debatido o piso salarial dos professores, a criação de Defensorias Públicas e a polêmica Emenda 29, que prevê o investimento de 15% da arrecadação tributária dos estados na manutenção da saúde pública. Outros assuntos discutidos dizem respeito ao Pacto federativo, lei Kandir, Plano Plurianual e pesquisa dirigida pelo sociólogo Antônio Lavareda que discute a reorganização partidária no Brasil.

Participaram do encontro: Marconi Perillo (GO), Geraldo Alckmin (SP), Antônio Anastasia (MG), Teotônio Vilela Filho (AL), Siqueira Campos (TO), Beto Richa (PR) e Anchieta Júnior (RR). Também participaram do encontro o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra e outros parlamentares do PSDB.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 30 de setembro de 2011
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Na Mídia: Aécio diz estar disposto a disputar eleição em 2014, mesmo contra Lula

Jornal O Globo 29 de setembro de 2011

Jornal O Globo
29 de setembro de 2011

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 29 de setembro de 2011
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