Paulo Abi-Ackel

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Proposições - Destaque

PL – 3605/2008 – Acrescenta § 1º ao art. 10 da Lei nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que “Regula o Programa de Seguro-Desemprego, o Abono Salarial, institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT, e dá outras providências”, para assegurar recursos à agricultura familiar, remunerando o atual parágrafo único como § 2º.

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Rádio Paulo Abi-Ackel

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Governador Aécio Neves destaca a importância do Deputado Paulo Abi-Ackel no Congresso Nacional

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Vice-prefeito de Simonésia, Geraldo Terra, destaca o trabalho do deputado Paulo Abi-Ackel pela região.


TV Paulo Abi Ackel

"Ao receber mais de 126 mil votos de 799 municípios mineiros, o 2° mais votado em número de municípios de todo o Brasil, tenho consciência da enorme responsabilidade, dever e ao mesmo tempo o desafio de fazer valer a expectativa e confiança em mim depositada nas urnas por pessoas que, acima de tudo, confiaram nas nossas propostas e projetos e decidiram apostar na renovação política"


Atuação em Minas



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Arquivo da Categoria ‘Discursos’

Paulo Abi-Ackel cobra investimentos do Governo Federal em infra-estrutura nas Minas Gerais

Deputado Paulo Abi-Ackel no plenário

O deputado, em Plenário, citou o descaso com as obras do metrô de Belo Horizonte e da falta de investimentos nas estradas federais mineiras.

O deputado federal Paulo Abi-Ackel subiu na Tribuna do Plenário neste último dia 10 de setembro para reclamar da omissão do Governo Federal para com Minas Gerais. Veja abaixo o discurso completo:

O SR. PRESIDENTE (Átila Lins) – Concedo a palavra ao nobre Deputado Paulo Abi-Ackel, para uma Comunicação de Liderança, pelo PSDB. S.Exa. dispõe de 6 minutos.

O SR. PAULO ABI-ACKEL (PSDB-MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, assomo a esta tribuna preocupado com o noticiário de hoje sobre a manifestação enfática do Gabinete Civil do Presidência da República a propósito de entrevista do Governador de Minas Gerais, Aécio Neves, em que S.Exa. faz referências expressas ao pouco cuidado, ao pouco zelo, ao pouco interesse do Governo Federal em algumas questões de grande interesse de Minas Gerais.

Na condição de Presidente do partido em Minas Gerais, na condição Deputado eleito pelo meu Estado, eu não poderia deixar de registrar aqui também, assim como fez ontem o Governador doEstado, o meu protesto contra algo que efetivamente soa como uma preocupação estratégica do Governo Federal em fazer com que a sua candidata à Presidência da República tenha sucesso nas eleições do ano que vem.

Ocorre que, em que pese o jogo democrático e político correto que deve ser feito no sentido de fortalecer essa candidatura à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores, isso não pode ser feito, de maneira alguma, em hipótese nenhuma, à custa dos direitos elementares do cidadão mineiro. E o que temos visto em Minas Gerais é efetivamente isso.

Há estradas federais em Minas com índices de acidentes enormes e, portanto, de mortes equivalentes aos de uma guerra civil.

Nos trechos mais críticos da BR-381, em Minas, morrem 3 pessoas a cada 4 dias, sem qualquer providência do Governo Federal. As providências já poderiam ter sido tomadas, não fosse a lentidão dos técnicos e burocratas do Governo Federal, que ficam discutindo qual a melhor maneira de execução da obra: se sob a forma de um novo projeto do Executivo para a concessão ou se devem fazer a duplicação. Isso há anos vem-se arrastando, enquanto acidentes também vêm-se repetindo, com graves prejuízos para a população daquelas cidades e de todo o Estado de Minas Gerais.

Agora, fato idêntico se repete, com o veto do Sr. Presidente da República a artigo específico da Lei de Diretrizes Orçamentárias, com um prejuízo efetivo para todos os Estados da ordem de quase 5,2 bilhões de reais. Desses 5,2 bilhões, 800 milhões refletem efetivamente no Orçamento do Estado de Minas Gerais.

E o Governo, com a sua propaganda entusiasmada, sua forma eloquente de se regozijar com tantos feitos que vem desenvolvendo pelo Brasil afora, diz que há investimentos em Minas. Há, sim. É inegável. Háinvestimentos em Minas, mas para as Prefeituras governadas pelos companheiros do PT; não há no contexto estratégico de desenvolvimento do Estado. Prova disso é a falta de investimento no metrôde Belo Horizonte, fruto do maior descaso das autoridades do setor.

A obra do metrô de Belo Horizonte, terceira maior cidade do Brasil, está para ser iniciada desde o primeiro dia do Governo Lula. Eles não começam a obra também pelo desleixo, pela falta de iniciativa, pela falta de agilidade dos técnicos do Ministério dos Transportes, que também ficam a discutir o projeto. Falta recurso, falta o projeto do Executivo, e a obra não se inicia, para prejuízo direto da população belo-horizontina.

Há outros fatos sobre os quais precisamos efetivamente nos debruçar aqui. Há investimentos de sobra em todo o Brasil, mas nada explica, nada justifica a falta de investimentos nas rodovias federais mineiras. Minas é um Estado síntese do Brasil, está no centro do País. Por lá passam todas as grandes estradas do País: a Rio-Bahia, que une o Sul ao Norte do Brasil; a BR-262, que une o Centro-Oeste ao litoral, estradas em estado de absoluta calamidade, só comparáveis às péssimas estradas do continente sul-americano ou africano, estradas que o Brasil não pode ter em pleno século XXI.

Sr. Presidente, assomo à tribuna para pedir ao Governo Federal que se sensibilize com esses problemas, mas, sobretudo, que possa rever o assunto inerente às perdas da Lei Kandir, que afetam não só Minas, mas os demais Estados brasileiros. Minas mais efetivamente, porque éo Estado, sem dúvida, que mais sofreu com a crise mundial que se abateu sobre o País.

Portanto, cabe ao Sr. Presidente da República prestar atenção a este aspecto, sob pena de tornar prejudicados os direitos do cidadão brasileiro. Não precisaria repetir, mas devo registrar: não há investimento em segurança pública. Não fosse a obra elogiada do Governador Aécio Neves em relação a esse item e o forte investimento na construção de presídios e fortalecimento das Polícias, teríamos seguramente em Minas Gerais índices altíssimos de violência urbana, porque não há naquele Estado nenhum investimento do Governo Federal.

Faço este protesto, já encerrando, para pedir ao Governo Federal que ponha seus olhos sobre Minas Gerais. Não se preocupe com o crescimento do Governador Aécio Neves nas pesquisas, porque ainda que venha S.Exa. crescendo dia após dia e se tornando um candidato viável à Presidência da República, não haverá de ser por causa disso que o Governo Federal deve esquecer-se de nosso Estado.

Era o que tinha a dizer.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 14 de setembro de 2009
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Paulo Abi-Ackel sobe a Tribuna da Câmara para destacar o resultado da pesquisa Vox Populi em que apresenta Aécio Neves como o Pré-Candidato com maior espaço real de crescimento

O SR. PAULO ABI-ACKEL (PSDB-MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, ilustres colegas do PSDB que aqui participam dessa sessão, subo à tribuna para fazer registro a propósito de números que nos chamam a atenção publicados em pesquisa de opinião pública realizada pelo Instituto Vox Populi e publicada na data de hoje no jornal Correio Braziliense. Com efeito, Sr. Presidente, aqui pensamos em repercutir algo que nos parece efetivamente importante para que todos aqueles que aqui nos assistem, para todas as lideranças de todo o Brasil, em especial Prefeitos de municípios carentes, que efetivamente percebem no Governador Aécio Neves uma preocupação muito grande com sua situação econômica. Efetivamente, essas lideranças, cada qual nas suas cidades, cada qual nos recantos mais distantes do nosso País, têm que tomar conhecimento e devem saber que essa pesquisa a qual me refiro, do Instituto Vox Populi, traz números novos e números extremamente diferentes, portanto, otimistas em relação ao papel que a Oposição hoje exerce no Parlamento e no cenário nacional.

Com efeito, Sr. Presidente, pesquisa identifica de forma bastante interessante que daqueles que conhecem a candidata Dilma Rousseff, a Ministra da Casa Civil — aqui me refiro a ela com todo o respeito —, apenas 24% votariam na Sra. Ministra Dilma Rousseff, candidata que é efetivamente à Presidência da República. Apenas 24% dos que a conhecem estariam dispostos a votar na candidata que efetivamente tem estado dia após dia a inaugurar obras, a participar de eventos do Governo Federal, a acompanhar o Presidente da República em viagens oficiais.

Isso quer dizer o seguinte: em que pese o forte desejo, a forte vontade do Presidente da República de fazer com que a Ministra se torne conhecida, apenas 24% aceitariam ou admitem votar nela. Essa é uma informação importante. Mais à frente farei novamente referência a este número. Curiosamente, em sentido inverso, os candidatos da Oposição, José Serra e Aécio Neves, apresentam índices muito melhores, a saber: dos que conhecem o candidato à Presidência da República e atual Governador de São Paulo, José Serra, 32% aceitariam ou admitem votar no Governador e 44% daqueles que conhecem o Governador Aécio Neves admitem votar no Governador de Minas para a Presidência da República.

Ora, essa informação, meus caros Deputados Duarte Nogueira, Guilherme Campos e Professor Ruy Pauletti, faço questão de registrar da tribuna desta Casa, porque reflete não apenas um momento político ou um contexto de disputa eleitoral, mas algo muito mais profundo, a angústia da população brasileira, sobretudo dos mais carentes, com relação às dificuldades econômicas que vivemos.

No momento em que as Prefeituras de todo o Brasil, sobretudo dos municípios pequenos, mais modestos, começam a ver faltarem recursos necessários aos serviços essenciais, começam a ter dificuldades em fazer a coleta de lixo ou em destinar recursos para a merenda escolar, temos visto que a Oposição tem feito um trabalho claro de apontar soluções, inclusive propondo ao Governo Federal aquelas formas de salvar da falência os municípios mais pobres.

A Oposição, hoje no Brasil, é bem representada pelo PSDB, bem como pelo Democratas e pelo PPS, mas aqui devo registrar que saiu na frente o Governador de Minas Gerais ao propor medidas concretas — e já as implementa através de seu Governo — para salvar as Prefeituras pobres do interior do Estado. S.Exa. agora vê os resultados desse trabalho aparecerem em termos de índices importantes de reconhecimento do eleitorado.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 8 de abril de 2009
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Paulo Abi-Ackel parabeniza o Centro Tecnológico de Minas Gerais por seu 37º aniversário

“Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, Deputado Nilson Mourão, hoje quero comemorar com os mineiros o 37º ano da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais, CETEC, instituição pioneira de suporte científico e tecnológico à indústria e ao Governo de Minas Gerais. Não poderia deixar de registar essa nossa alegria, visto que nós, mineiros, temos o orgulho de ter o CETEC como uma fundação das mais respeitadas no Brasil e como fonte permanente de ensino e de incentivo à ciência e aos cientistas. Quero cumprimentar a todos os funcionários do CETEC, na pessoa do Presidente Sr. Alfredo Gontijo de Oliveira.

Sr. Presidente, gostaria de deixar registrado em ata o orgulho que todos nós, mineiros, sentimos por essa instituição, especialmente ao comemorarmos seu 37º aniversário. Vida longa ao CETEC! Mais incentivos à instituição, sobretudo por parte do Governo de Minas Gerais. Que o CETEC continue a ser a fundação importante que é para a comunidade científica.

Muito obrigado, Sr. Presidente.”

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 30 de março de 2009
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Homenagem aos 25 anos do DIAP

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Transparência, coerência e responsabilidade para com os ideais da classe trabalhadora são os principais parâmetros que vêm norteando as ações do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) nestes 25 anos de sua existência.

Completar Bodas de Prata, com uma estrutura consistente, onde as vozes de mais de 900 entidades sindicais de trabalhadores são ouvidas e respeitadas, indiscriminadamente, nas decisões democráticas da entidade, representa um feito para poucos.

A seriedade e a imparcialidade do DIAP tornaram-no parte integrante da história político-sindical do Brasil, o que, com certeza, contribuiu para a consolidação dos Poderes da República, no sentido da institucionalização, da transformação em normais legais das reivindicações predominantes, majoritárias e consensuais da classe trabalhadora.

Não podemos nos esquecer da relevante colaboração do DIAP na elaboração da Constituição de 1988. Naquela época, com apenas cinco anos de existência, já se fazia respeitar nos meios políticos, defendendo a coerência entre o discurso eleitoral e a prática legislativa de cada representante do povo.

Também é do DIAP a idéia fantástica de traçar o perfil dos Parlamentares mais influentes do Congresso Nacional “Os Cabeças”, destacando aqueles realmente comprometidos com os interesses da população.

E ainda, a Agenda Para Falar com os Poderes, com as últimas informações sobre as atividades e os acontecimentos do Congresso Nacional, permitindo aos associados uma constante atualização dos fatos políticos mais relevantes do momento.

Através do Boletim Informativo e do Jornal – ambos com periodicidade mensal – e de muitos outros veículos de comunicação direcionados aos filiados, o DIAP vem cumprindo com sucesso as metas traçadas pelo seu idealizador, o advogado trabalhista Ulisses Riedel de Resende, atual Diretor-Técnico da entidade.

Com o compromisso permanente de acompanhar e divulgar os projetos, votações e o comportamento dos partidos políticos e dos parlamentares, o DIAP vem colaborando para a melhoria e o aperfeiçoamento das instituições públicas, tão desgastadas devido aos freqüentes escândalos de corrupção.

Tem sido fundamental a ação do DIAP, no sentido de estabelecer novos balizamentos, contribuindo para a restauração da imagem política daqueles que representam com dignidade em honradez o povo no poder. Um trabalho constante de separar o joio do trigo.

O Congresso Nacional, principal fórum para deliberar, debater e aprovar leis em uma democracia representativa, tem sido o cenário, onde o DIAP desponta como um sopro de esperança para aqueles que militam na política pelo idealismo e pela vontade ardente de fazer com que o Brasil cresça em um ambiente democraticamente saudável.

Portanto, está mais do que claro, para todos os que acompanham a trajetória do DIAP, desde a sua criação, a vital importância de suas ações em demonstrar que o trabalho do Legislativo não se limita apenas e tão-somente às votações que se dão no plenário.

Aliás, quando uma matéria chega ao plenário, pronta para inclusão na ordem do dia, ela já foi submetida a todo um processo de discussão e de análise, verdadeiro processo de depuração, que permite o aperfeiçoamento da proposta e a sua conseqüente aprovação.

Nessa ordem, ressalvadas as exceções regimentais, toda proposição apresentada para apreciação do Parlamento, de iniciativa dos deputados, do Executivo, dos tribunais competentes, do Ministério Público e também da popular, têm o seu primeiro momento na necessidade veemente de atender os interesses da coletividade.

Não há dúvida de que essa é a forma mais salutar de construção da norma legal, pois, mesmo que seja de responsabilidade do legislador articular as suas opiniões e iniciativas da forma mais eficiente possível, é absolutamente recomendável que esse trabalho esteja amparado pela ética democrática de tolerância, respeito e colaboração para o alcance de consensos que beneficiem o bem-estar geral de todos.

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), portanto, tem aperfeiçoado essa prática e desenvolvido um padrão de qualidade que é reconhecido em todo o Brasil e até mesmo no exterior, desde a sua criação, em dezembro de 1983.

Tem, com certeza, cumprido o papel de consolidar essas ações na direção de uma sociedade mais justa e plena de cidadania.

Não poderia deixar manifestar publicamente o quanto sinto-me extremamente honrado por ter sido escolhido pelo DIAP, tão conceituado departamento, como um dos parlamentares mais influentes no Parlamento Brasileiro, isto, certamente impulsiona-me a continuar exercer com responsabilidade republicana o meu dever de fidelidade ao Povo Brasileiro e a Minas Gerais.

Muito Obrigado.

Postado por Equipe Paulo Abi Ackel, 17 de dezembro de 2008
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