Jornal O Tempo
27 de janeiro de 2012


Na Mídia: Paulo Abi-Ackel condena situação precária do sistema de saúde brasileiro http://t.co/GgXx8AYq
Paulo Abi-Ackel alertou em 2010 falta de planejamento na distribuição dos recursos para catástrofes http://t.co/H4qv2y72
@celecarba obrigado! Li, porém discordo. Oposição cumpre bem o seu papel. Leia artigo da VEJA de 24/12 páginas 214/15 sobre o assunto. Abs.
Acrescenta à Lei nº 5.478 de 25 de Julho de 1968, que regulamenta a ação de alimentos, o art. 24-A para dispor sobre a inclusão, em Serviços de Proteção ao Crédito, daquele que deixar, sem justo motivo, de pagar a pensão alimentícia judicialmente fixada.
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PEC da Música é aprovada em segundo turno pela Câmara
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Mudança na gestão do PAC reforça ineficiência na execução do programa, diz Abi-Ackel
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Balanço – Abi-Ackel afirma que primeiro ano da gestão Dilma foi marcado por escândalos
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Da tribuna, Abi-Ackel rebate discurso do líder do governo e critica gestão petista

Paulo Abi-Ackel alertou em 2010 falta de planejamento na distribuição dos recursos para catástrofes
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Paulo Abi-Ackel acompanha trabalhos de remoção de terra em Ouro Preto com Governador Anastasia e Senador Aécio Neves
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O líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel, esteve em Ouro Preto nesta terça-feira (17) para acompanhar os trabalhos finais de remoção de terra e entulhos acumulados em todo o município em função das chuvas nas últimas semanas.
Acompanhando o governador Antonio Anastasia, o senador Aécio Neves e o coordenador estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG), coronel Luis Carlos Dias Martins, Abi-Ackel se solidarizou com familiares e participou de manifestação religiosa na Igreja São Francisco de Paula.
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O líder da Minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG), lamentou nesta segunda-feira (16) a situação precária do sistema de saúde brasileiro. Ações vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a área não saíram do papel. A construção de unidades básicas de saúde recebeu apenas 10% dos R$ 553,8 milhões previstos no orçamento do ano passado. Para as unidades de pronto atendimento (UPAs), foram usados 9% dos R$ 232,6 milhões autorizados em 2011. Diante desse cenário, a população avalia de forma negativa os serviços prestados. Como mostra pesquisa CNI/Ibope divulgada na semana passada, 61% dos entrevistados reprovam a saúde pública.
Na visão do tucano, o PT deixou de injetar verba no segmento. “O governo não realizou os investimentos necessários. Não se pode fazer isso com área tão frágil e importante. O pífio aporte demonstra a falta de gerenciamento.” O deputado recorda que, em 2011, a base aliada tentou de várias maneiras aprovar a criação de novo imposto. Trata-se da Contribuição Social para a Saúde (CSS). A nova CPMF foi barrada pela oposição em setembro. Pela estimativa oficial, o tributo teria alíquota de 0,1% sobre as movimentações financeiras.
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Apesar da alta taxa de rejeição ao modelo atual, 96% dos pesquisados refutam um novo imposto para melhorar a situação. A maioria dos ouvidos pela sondagem (82%) acredita que o problema seria resolvido com o fim da corrupção, prática considerada por Abi-Ackel como um câncer. “O Brasil perdeu cerca de R$ 3 bilhões com desvios de recursos, obras superfaturadas e malversação da coisa pública. Isso revela que o cenário estaria melhor se tivéssemos uma administração competente e baseada em resultados”, ponderou.
Enquanto a população clama por avanços, as promessas não viram realidade. A presidente Dilma assegurou que entregaria 500 unidades de pronto atendimento até o final do mandato, em 2014. “A meta de implantação de 500 UPAs para garantir atendimento médico adequado a urgências de baixa e média complexidade e reduzir a superlotação das emergências dos grandes hospitais será alcançada com o investimento de R$ 2,6 bilhões”, disse a petista no Congresso. Durante a campanha eleitoral, Dilma também prometeu construir 8.600 unidades básicas de saúde em todo o país. Segundo Abi-Ackel, pelo ritmo das aplicações, dificilmente as promessas serão alcançadas.
Desvios prejudiciais
→ Entre janeiro de 2002 e junho de 2011, pelo menos R$ 2,3 bilhões que deveriam ser usados na saúde foram desviados para o ralo da corrupção. A área responde por 32,38% dos recursos perdidos no período, considerando 24 ministérios e a Presidência. O Executivo perdeu R$ 6,89 bilhões em desvios, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU).
PSDB na Câmara
(Reportagem: Alessandra Galvão / Áudio: Elyvio Blower)
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